ECONÓMICO...

*

Um estudo recente conduzido pela Universidade de Lisboa mostrou que cada português caminha em média 440 km por ano.

Outro estudo feito pela Associação Médica de Coimbra revelou que, em média, o português bebe 26 litros de cerveja por ano.

Isso significa que o português, em média, gasta 5,9 litros aos 100km, ou seja... é económico!...

*

CONQUISTAS...

*

Eu para um amigo:

- Belos tempos em que se conquistavam mulheres cantando canções de amor...

E o amigo:

- Pois é...

Eu:

- ...

Ele:

- ...

Ele:

- Quantas conquistaste assim?

Eu:

- Eu?! Nenhuma...

*

VI E NÃO GOSTEI!!!

*

Microsoft despede equipa do Flight Simulator
A Microsoft confirmou o encerramento da ACES Studios, produtora do jogo Flight Simulator.

Será o fim do Flight Simulator? Esta é a pergunta que está na mente dos fãs da já mítica série. No entanto, apesar de a Microsoft já ter confirmado o encerramento do estúdio responsável pela produção do jogo a empresa de Redmond indicou que a série irá sobreviver.

Considerando a popularidade do título, cuja última versão, o Flight Simulator X, já vendeu mais de um milhão de exemplares, é provável que novas versões do jogo venham a ser desenvolvidas recorrendo aos meios de programação geral da Microsoft. Kelda Rericha, a porta-voz da empresa que confirmou o encerramento da ACES Studios, referiu que a Microsoft «está decidida a manter o Flight Simulator , um jogo para PC que tem tido muito sucesso ao longo dos últimos 27 anos».

A notícia aqui.

*

CARTA RECEBIDA

*

Olá queridas/os amigas/os:

Como sabem desde sempre que trabalho a recibos verdes. Não existe
trabalhador mais desprotegido que o trabalhador dito "independente" a
recibos verdes.

Não temos direito a férias, a estar doentes, licenças
maternidade/paternidade, etc... não recebemos subsídios de qualquer
ordem (baixa, desemprego, maternidade, etc.), não temos uma inspecção
geral do trabalho que nos informe ou apoie (é só para os trabalhadores
dependentes), recebemos ordens de todos e temos horários para cumprir
como todos.

Somos obrigados a pagar todos os meses a segurança social, mesmo que
fiquemos 5 meses sem receber um tostão. Somos obrigados, no final da
prestação do serviço, a entregar o recibo verde em como recebemos
(segundo a lei) mesmo que não tenhamos recebido - o único elemento de
prova que temos em nosso poder que nos serve de garantia de
recebimento ou não - irónico não é?! Se as empresas não nos quiserem
pagar (e existem muitas assim) para as finanças, quem está em falta
somos nós, os trabalhadores independentes que prestaram o serviço, não
receberam mas também não prestaram contas desse serviço (quer tenham
ou não recebido).

Por tudo isto, peço-vos, minhas amigas e meus amigos, familiares, a
recibos verdes ou não, assinem esta petição por todos nós e, quer
resulte ou não, pelo menos tentamos.
Muito obrigada e beijinhos para todos.


Assine aqui.

Já está. Nº 2154.

*

A HISTÓRIA DE UM LETREIRO

*

Este filme é uma curta metragem que foi premiado no Festival de Cannes! É a "História de um Letreiro". Mostra a força que tem o dizer a mesma coisa com palavras diferentes!


Vá por aqui.

*

YANNICK de FIGUEIREDO

*

Não nos corre na veia o sangue artístico, contribuindo para a realização das fases do homo-sapiens, por meio de tão belas artes, a doce melodia das músicas e o enigmático significado dos nossos poemas à causa mais aterrorizadora e confortante do mundo - O AMOR?

*

REDACÇÃO

'Redacção'


'O mano'


Quando eu tiver um mano,
vai-se chamar Herrar, porque
Herrar é o mano.

Fim

BEBÉS...



Desesperado, o chefe olha para o relógio, e já não acreditando que um funcionário chegaria a tempo de fornecer uma informação importantíssima para uma reunião que estava começando, liga para o dito cujo:

"- Alô!" - atende uma voz de criança, quase sussurrando.
"- Alô. Seu papai está?"
"- Tá..." - ainda sussurrando.
" - Posso falar com ele?"
"- Não." - disse a criança bem baixinho.

Meio sem graça, o chefe tenta falar com algum outro adulto:

" - E a sua mamãe? Está aí?"
"- Tá."
"- Ela pode falar comigo?"
"- Não. Ela tá ocupada."
"- Tem mais alguém aí?"
" - Tem..." - sussurra.
" - Quem?"
"- O "puliça"."

Um pouco surpreso, o chefe continua: "- O que ele está fazendo aí?

"- Ele tá conversando com o papai, com a mamãe e com o "bombelo"...

Ouvindo um grande barulho do outro lado da linha, o chefe pergunta assustado:

"- Que barulho é esse?"
"- É o "licópito"."
"- Um helicóptero!?"
"- É. Ele "tlôce" uma equipe de busca."
" - Minha nossa! O que está acontecendo aí ?" - o chefe pergunta, já desesperado.

E a voz sussurra com um risinho safado:

"- Eles tão me puculando" .

HÁ 33 ANOS FOI ASSIM





O vídeo que documenta o dia da independência de Cabo Verde. Um documento importantíssimo de valor inigualável. Vá por aqui.

DENISE REIS

Apreciem, sff.

video

O músico laborioso e... mais um dedo!

*
Ontem o meu mano Zé Afonso avisou-me de que tinha publicado um comentário acerca do despedimento colectivo efectuado pela Nancy Vieira à sua Banda, no passado dia 18 de Dezembro, no seu MySpace.

Na altura do despedimento, apesar de ser notícia digna de se publicar neste blog, dada a sua filosofia (a do blog), não o fiz por motivos que se prenderam com a amizade que tenho para com esta cantora, com o facto de ser fã e também um pouco pelo sentimento "roupa suja deve ser lavada em casa".

Entretanto, à medida que os dias iam passando, fui tendo conhecimento de que o assunto corria meio mundo, a ponto de me ter sido focado este aspecto num encontro casual com um amigo em pleno Centro Comercial Colombo, no início deste ano.

Tendo eu publicado neste blog um post chamado "A ZONA ANAL PENEIRADA DE UM MÚSICO", na sequência das reacções havidas a esse assunto e sendo coerente comigo próprio, apresento aqui o texto publicado pelo meu mano.

O Músico Laborioso.
Categoria: Vida

O músico laborioso e... mais um dedo!

Disse-me o meu mano que tinha acontecido, não queria acreditar – apesar de saber que dali não viria coisa boa –, mas afinal foi mesmo verdade.

Faz-me lembrar a história da cigarra e da formiga. Passamos a vida toda a tratar das cigarras, a apoiá-las nas suas cantorias e depois, vão daí, arranjam umas formigas com artilharia nova e deitam fora a malta.

A tristeza da situação é que, apesar das figuras de estilo usadas pela cigarra alfabetizada, não se consegue afastar a ideia que a cozedura foi bem preparada e bem jantada por quem comeu, calculo.

Como diz o meu mano, passamos a vida a levar dedadas, cada vez com mais certeza de não as merecermos, mas ainda assim, levando-as.

Talvez quando formos crescidos e encontrarmos uma cigarra com bons princípios, tenhamos a sorte de adquirir respeitabilidade e gratidão.

Mano Paló! Se puxares agora dum cigarro, eu não levo a mal, apesar de preferir que não fumasses, como sabes.

Estou contigo.

Abraço.

Eu.

*

BUSH: ÚLTIMOS CARTUCHOS

*

*


*

O MEU INÍCIO DE 2009

Foi em Leixões, em cima do palco do B Flat, club de jazz, coisa que por si só estragou tudo.

Pela segunda vez na minha vida, passei a meia noite em cima de um palco.

Dirão os meus amigos: ossos do ofício?

Eu respondo que não. Não são ossos do ofício, mas sim falta de respeito. E aproveito para deixar uma palavrinha à Otilia e ao Ferro, ele músico e ela esposa de um músico, os dois habituados a estas lides, pelo menos pelo que ouvi ser o seu historial na concepção e organização de festivais de música.

E a palavrinha que vos quero deixar é muito simples: os músicos e artistas TAMBÉM são seres humanos, têm família, necessitam de um momento de retiro e reflexão aquando da passagem do ano velho para o novo ano, precisam (tentar) telefonar aos mais próximos (se as redes de telefone móvel assim o permitirem).

O que os músicos e artistas NÃO precisam é estar em cima de um palco nos últimos cinco minutos do ano que vai terminar e para no primeiro minuto do novo ano estarem a ser pressionados pela patroa do espaço a perguntar a alta voz "Onde param esses músicos? Será que vamos ficar agora com a casa parada, sem música?"

E isto aconteceu porque? Os músicos retiraram-se para os cantos possíveis do exposto palco e tentaram falar com os mais próximos, uns com mais sucesso de que outros.

Há que pensar nestes pequenos pormenores, minha gente. Somos profissionais da arte. A ideia de que o músico quer é paródia, mulheres e bebidas, já está ultrapassada. Demodé. Fora de moda.

Já dizia Gabriel Mariano, poeta, ensaísta e Senhor Doutor Juíz (e em nada apologista da paródia, bebidas e mulheres): "Não perco noites. Ganho madrugadas!" Esta frase tem muito a dizer-nos, se lhe dedicarmos uns minutos do nosso pensamento.

É na madrugada que se obtém a melhor inspiração.

Mas enfim... A mentalidade "estou a pagar, portanto eles que façam as coisas como eu quero" precisa mudar. Os grandes shows que se vêm na TV, em DVD's e, para quem gosta, nos mega-concertos, são programados ao pormenor, levando em conta a opinião do artista e respectivos músicos. As coisas para serem grandes, precisam de planeamento e isso não se consegue de uma forma unilateral.

Mas "prontos pá"! Mais um sapo engolido. Mais um dedinho... (*1)...

E para juntar à festa, depois de regressado a Lisboa, o meu telélé caiu dentro de água...

Fixe!

Para mim serviu apenas para apressar a oferta ao Paló do Paló com muitos beijinhos do Paló de um telelé novo como prenda de Natal... (Mania que eu tenho de comprar as prendas depois das ocasiões...)

Já agora, meus amigos, dado que estamos "nos finalmente" desta quadra festiva, com o fim-de-semana gentilmente misturado com tolerâncias de ponto e ainda devido a questões de logística, só vou poder comprar um telemóvel na próxima Segunda-Feira. Dai que, quem quiser entretanto entrar em contacto comigo, faça o favor de usar o correio electrónico.

Continuação de um Bom Ano para todos.