HUMOR 2 - Stress

A cena passa-se numa estação de serviço.

Uma senhora, aparentando sessentas e muitos, com cabelos grisalhos, pára o seu Ford na bomba nº 3, abastece e dirige-se de seguida para o interior do edifício para pagar.
Chegando lá, encontra uma bicha comprida e ocupa a sua posição de espera.
Cá fora, o zum-zum natural de uma estação de serviço cheia de viaturas, acrescentado de umas buzinas mais nervosas.
Ao chegar a sua vez, a senhora pagou, saiu e dirigiu-se para o carro. Quando ia para entrar, foi abordada por um cavalheiro cuja viatura se encontrava atrás, à espera de vez para abastecer.
- A SENHORA NÃO FOI LÁ DENTRO SÓ PARA PAGAR, NÃO É? - Disse o cavalheiro com muitos maus modos.
Confusa com a abordagem pouco ortodoxa, a senhora respondeu calmamente:
- Então o senhor tem capacidades para saber o que se passa lá dentro?
- POIS, A SENHORA PAGOU, BEBEU UM CAFÉ E SE CALHAR AINDA PASSOU UMA VISTA DE OLHOS PELAS REVISTAS!!! - Continuou o cavalheiro, com o tom de voz cada vez mais alterado.
- Olhe, se o senhor tem essa capacidade de adivinhar, aproveite que hoje é Sexta-Feira e vá aqui ao lado jogar o Euromilhões. - Retorquiu a senhora, mantendo sempre a calma.
Um pouco abalado pela forma como o seu interlocutor encaixava a coisa, o cavalheiro, após breve momento de dúvida, colocou as mãos na cintura e disparou:
- A SENHORA TEM CERTEZA DE QUE SÓ FOI PAGAR?
- Não, - respondeu a sexsagenária, sempre com a mesma paz de espírito - Aproveitei e dancei um tango!!!
Posto isto, entrou para o Fiesta e arrancou, deixando o cavalheiro atónito e sem palavras.

HUMOR 1

A verdadeira mensagem do Al Qaeda endereçada ao Governo cabo-verdiano.
Assalam Aleikum Zéma
Eu, Osama Bin Laden, comandante supremo e vitalício do Al Qaeda, venho por esta via tranquilizar V.Ex.a de que nenhum filho de Maomé residente em CaboVerde, como por exemplo, os terroristas Al Psú, Al Cagá, Al Polel e Al Oiá Boi irão perpetrar qualquer atentado em Cabo Verde, já que este vosso país é muito complicado.
Um acto terrorista nestas ilhotas dificilmente traria algum proveito para a nossa Sagrada Causa, a saber:
1 - Nenhum atentado por nós teria resultados mais espectaculares no congestionamento do tráfego aéreo, do que aqueles conseguidos pela própria TACV.
2 - É difícil planear um atentado em Autocarros e Barcos. Primeiro porque nunca se consegue saber a que horas passam nem sequer os dias em que circulam, devido à desorganização interna das respectivas empresas; Segundo, porque é praticamente impossível danificar esses meios de transporte, mais do que o estado lastimável em que já se encontram.
3 - A reivindicação do atentado seria de uma inutilidade extrema. O Governo prontamente iria culpar a oposição, reforçando, contudo, que as forças armadas (melhor dizendo, desarmadas) de Cabo Verde obtiveram uma vitória sociológica sobre o Al-Qaeda.
4 - Alertamos também para a dificuldade de organizar uma acção como a dos Estados Unidos, ou a de Madrid. Primeiro, porque em Cabo Verde não existem arranha-céus; Segundo, não há comboios; Terceiro, mal um dos terroristas deixasse uma mochila no autocarro, logo um simpático larápio (malta de banhada) surrupiava imediatamente a referida mochila.
5 - Não será fácil mobilizar o povo contra a presença de tropas Cabo-verdianas no Iraque. Os cabo-verdianos, pelas informações que obtivemos, gostariam que a sua polícia, principalmente uma tal "Corpo de Intervenção" + "PJ", estivessem destacados no Iraque ou no raio que as parta... em qualquer lugar bem longe do país.
6 - A detonação por telemóvel é também bastante desaconselhável. Devido à péssima qualidade do serviço prestado pela CV Telecom e também devido ao facto do pessoal andar sempre sem saldo no telefone, existe o perigo real dos explosivos nunca virem a rebentar.
7 - Também gostaríamos de alertar para o perigo real da presença daqueles jornalistas "Btóde Aga" da RTC no local dos atentados, a perguntarem às pessoas o que sentem depois de terem ficado sem uma perna, com a cara desfeita ou partidos em dois. Ao pé desta gente, a Al Qaeda não passa de um bando de "Mandjack" a brincarem "randzóp", pelo que não estamos interessados em investir forte e feio em CaboVerde.
Vosso Binbin.
P.S. - Oh Zéma, já agora que jáme tchóbe mas trankil, bô kata podê mandáme uns criolinha pa maltas bem ptás na côrpe, porque diazá no ka oiá nada?
Qualquer cosa, já bo sabe!...bô ta tchmame pa nha móvel, ok?

PORTUGAL AIRSHOW 2007 - ÉVORA





A surpresa: O B25 Mitchell
(clique nas fotos para ver melhor).


















































Os "repetentes" Colibris da Força Aérea Espanhola














O FSManíaco Jú Cabral e o nosso amigo Mário João, piloto real, comandante de B757/767 que muita paciência teve connosco, para responder às nossas perguntas.
O nosso muito obrigado.
















O calor não era tanto assim...















Muitas horas em pé... e pouco tempo para descansar.






























Ai as minhas costas....
Dor n'andjarga!!!

CABO-VERDIANOS EVACUADOS

Ontem fui conhecer uma realidade bem triste de patrícios meus que por motivos de saúde foram evacuados para Lisboa e uma vez cá, por não terem familiares nem amigos, ficam alojados em pensões e um pouco "ao Deus dará".

Segundo me foi explicado, existe um acordo entre Cabo Verde e Portugal com vista a dar alojamento e alimentação a estes caboverdianos, enquanto são tratados nos hospitais desta cidade.
Uma senhora, de nome Teresa Noronha, tomou como suas as dores destes patrícios e, sem receber nada em troca, resolveu ajudar estes doentes. A vontade e carinho foram tantos que outras pessoas também se envolveram, vindo dar origem à GIRASSOL SOLIDÁRIO, Associação de Apoio a Doentes de Cabo Verde.
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Sendo amigo da Teresa, soube que havia necessidade de donativos. Decidi então oferecer roupa. E ontem fui então, munido de dois sacos grandes, à Pensão 25 de Abril, na rua de São Paulo, nº 103.

Foram cerca de 45 minutos passados com os doentes em questão, mas ficou a promessa de voltar lá num fim-de-semana para oferecer o que de melhor sei fazer... Tocar violão.

SONS DA FALA - AVANTE 2007






<--- A descontração... --->








<--- ... no ponto de encontro antes do ensaio de som. --->













<--- O ensaio de som.
As minhas namoradas.--->










<--- O palco. --->










<--- O Carlos Salomé.
O Tomás Pimentel e o Daniel Salomé --->











<--- Os últimos pormenores. --->













<--- os preparativos. --->










<--- O público. --->