OS LADOS LUMINOSO E SOMBRIO.

"EM CADA UM DE NÓS RESIDE UM LADO LUMINOSO E OUTRO SOMBRIO. CADA UM DE NÓS TEM FALHAS A CORRIGIR E FERIDAS QUE DESESPERAM PARA SEREM CURADAS. CADA UM DE NÓS TEM UMA ALMA FRAGMENTADA, QUE PROCURAMOS RECONCILIAR E UNIFICAR À MEDIDA QUE APRENDEMOS A SER HUMANOS E ESPIRITUAIS EM SIMULTÂNEO. É PRECISAMENTE ESTA CONDIÇÃO DE IMPERFEIÇÃO QUE NOS TORNA HUMANOS".

Robin Sharma

UPDATE DOS VELHOS DITADOS.

Como estamos na "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. A arquivo dado não se olha o formato.

4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.

5. Para bom provedor uma senha basta.

6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

8. Hacker que ladra, não morde.

9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

10. Mouse sujo limpa-se em casa.

11. Melhor prevenir do que formatar.

12. Quando um não quer, dois não teclam.

13. Quem clica seus males multiplica.

14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...

16. Quem não tem banda larga, caça com modem.

17. Quem semeia e-mails, colhe spams.

18. Quem tem dedo vai a Roma.com.

19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

20. Diga-me que computador tens e direi quem és.

21. Uma impressora disse para outra: - Essa folha é sua ou é impressão minha?

22. Aluno de informática não cola, faz backup.

23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.

WATER.

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SÓ TROÇA!!!

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ESTADO CADAVÉRICO

Num dos quinze dias em que estive em Cabo Verde para os concertos da CVTelecom(e) e dos Bailes de Conjunto, tinha eu algumas horas livres e resolvi assistir ao telejornal da TCV, comodamente instalado na cama do meu quarto no Hotel Porto Grande.

Vinte horas pin! e começaram as notícias. Logo com acidentes e mortes (parece que agora este é o alinhamento obrigatório das estações de TV).

Tratava-se no caso de um acidente de viação ocorrido numa estrada da ilha de Santiago onde a viatura "ter-se-à embatido contra um poste" e desse acidente resultaram feridos e mortos, tendo um indivíduo chegado ao Hospital Agostinho Neto na Praia já em "estado cadavérico".

...

Paulo, aperta o botãozinho do off da TV e tira uma djonga!

NOSTALGIA PURA II

Na sequência deste post (Nostalgia Pura) e na sequência de uma ida em trabalho a São Vicente, num dia ensolarado da Cidade do Mindelo dei de caras com o meu fofinho... Abandonado, só e cheio de poeira...


Ah tristeza...

Chegou ao fim a tua era, meu querido.

BÓI DE CONJUNT

Excelente iniciativa do meu amigo e colega Tito Paris.

Relembrar os tempos em que havia o hábito e a cultura dos bailes populares em Cabo Verde, foi sem dúvida, uma grande ideia.

Aspecto do baile.


Do menú constavam Tito Paris, Manú Lima, Nando da Cruz, Zeca de Nha Reinalda e seis horas seguidas de música.

Quis o destino que a banda do Tito, por questões técnicas, não pudesse acompanhar o Zeca, o que originou a hipótese de eu, como baixista do Finaçon por 8 anos, estivesse apto para o acompanhar e do próprio Zeca optar por escolher músicos que completassem o quarteto que acabou por acompanhá-lo. E assim foi.

Foram escolhidos o Zequinha Magra para a guitarra, o Helder para a bateria, eu próprio no baixo e o Djinho Barbosa nos teclados (Também antigo músico dos Finaçon).

O antigo Hangar do aeroporto Francisco Mendes, hoje Pavilhão da FIC, local onde se realizou o 1º Baile, na Cidade da Praia.
O antigo aeroporto Francisco Mendes.


A alegria que se previa era incalculável. A prova foi quando o Djinho entrou na sala de ensaios naquela Segunda-Feira e deu de caras comigo, deu-me um grande abraço e segredou-me ao ouvido: "Isto vai dar merda!!!"

E deu!

Estar em cima do palco com aquele time, liderado pelo grande Zeca (O verdadeiro e ainda não destronado Rei do Funaná), ver aquele mar de gente a cantar temas de há 20 anos atrás em uníssono, foi emoção a mais. Vieram-me as lágrimas aos olhos várias vezes durante aquela hora que durou o set.

MA-RA-VI-LHO-SO, pura e simples.

Às seis da manhã, após 5 horas e 50 minutos em cima de um palco, o cansaço era enorme sem dúvida, mas nada que superasse o orgulho e a alegria de ter estado novamente a viver algo que fiz durante muito tempo nos anos 80/90.

Por uma noite revivi momentos deliciosos ao acompanhar o Tito, o Zeca, o Manú, o Nando e a Paulinha, convidada de última hora, num Bói de Conjunt à boa moda antiga.

Obrigado Tito, obrigado Zeca, obrigado Djinho, obrigado todos quantos proporcionaram este momento inesquecível.

Mais matéria sobre o assunto aqui.

ELECTRA VERSUS ASA





Ao chegar de avião à Cidade da Praia, o comandante do ATR 42-320 da Halcyonair avisou que, devido a um corte de energia geral (apagão) na Cidade da Praia, iríamos ficar a sobrevoar o aeroporto em circuito de espera por não mais de 10 a 15 minutos.

Na realidade foi apenas um circuito de espera, coisa de 3 minutos até aterrarmos em GVNP (Aeroporto Internacional Nova Praia, como disse a aeromoça de sotaque brasileiro, hehehe).

Uma vez "aterrados" e parados na placa, a mesma aeromoça anunciou que deveríamos ficar sentados até que as autoridades aeroportuárias dessem autorização para o desembarque. Esta decisão teve consequências desastrosas, pois o calor começou a tomar conta da cabine a ponto de se tornar insuportável.

Nisto, o Sr. Comandante apareceu na porta do cockpit e dirigiu-se para a saída do avião na porta traseira. Assim como foi, voltou para o cockpit e discursou novamente, dizendo que o black-out da cidade tinha afectado o aeroporto e o gerador de emergência do mesmo estava avariado (Mais tarde vim a saber que um mês antes se tinha dado uma situação idêntica mas de dia, o que não chamou tanta atenção, mas atrasou um voo dos TACV para Lisboa em duas horas. Fica por saber se é a mesma avaria ou outra diferente). Mas que tinha conseguido coordenar com as autoridades o desembarque, uma vez que o gerador de energia daquele avião não aguentava muito mais tempo.

E assim lá saímos nós para o fresco da noite e para a cena mais ridícula que já presenciei na vida.

No último degrau das escadas do avião, um funcionário da Halcyonair com uma lanterna na mão, a iluminar as mesmas. Daí até à porta de entrada da sala de desembarque, escuro (e gritava o meu amigo Djinho Barbosa "Esta é a Capital da República de Cabo Verde"). Nessa porta uma viatura follow me da ASA de máximos acesos a iluminar a entrada. Uma vez lá dentro, escuro.

Identifiquei a minha mala com a luz do meu telemóvel e mesmo assim...

Procurei (e encontrei) notícias sobre o caso no ASemana. Com o título “Black out” da Electra paralisa ADP, a princípio achei meio "esquerdo", pois ADP para mim sempre foi a sigla de "Aéroports de Paris", mas depois olhei melhor e lá vi que era o que me interessava.

È engraçado como a versão do entrevistado é diferente da minha em alguns pontos, mas "prontos pá", política, futebol e religião eu não discuto.

Mas uma coisa não vou deixar passar: “Fizemos o desembarque nessas condições porque o gerador do ATR da Halcyonar não tinha capacidade para alimentar o avião. Se os passageiros permanecessem a bordo ficavam sem ar condicionado e sem oxigénio”.

Bom...

Ar condicionado não o tivémos assim que o avião parou os motores...

Oxigénio?... Não dramatizemos, pois estávamos a bordo de um ATR, estacionado na placa do aeroporto com as portas abertas e não a bordo da Apollo 13 a caminho da Lua...

E mais... Existe uma coisa que é o GPU, (Ground Power Unit) que fornece energia aos aviões e que, o que existe na no aeroporto da Praia, estava conectado Boeing 757 dos TACV que tinha chegado minutos antes.

Daí, essa do "Felizmente, o Boeing tem um bom gerador"... sei não... Todas as aeronaves têm bons geradores. E todos os bons geradores de todas as aeronaves têm um limite de funcionamento...

Não sei se me faço perceber.