A VERDADE DOS FACTOS

Na próxima Segunda-Feira farei 43 anos de idade.
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Há pelo menos 33 anos que oiço dizer que uma das mornas mais bonitas deste nosso mundo musical, a morna XANDINHA, pertence exclusivamente a Amândio Cabral.

Pois é meus senhores, quero aqui esclarecer que o poema é da autoria de Dante Mariano, (falecido em 05/02/2001), escritor com poemas publicados na Antologia de Poesia Africana "No Reino de Caliban" e a música é da autoria de Amândio Cabral.

Esta morna foi publicada pela 1ª vez num single de nome "Mornas de Cabo Verde", numa edição da Casa do Leão, S. Vicente, Cabo Verde, em 1961.

Vários artistas republicaram o tema, tendo sido o último (do meu conhecimento) Tito Paris, num disco que ainda está em fase de gravação e que, segundo me prometeu Tito, terá na capa do mesmo a verdade sobre os autores deste tema.

Quero ainda publicar aqui, uma carta dirigida ao Sr. Guilherme Galiano, apresentador de um programa na RDP-África, que, por ter sido iludido com a falsa informação, assim a divulgou nas antenas da rádio atrás mencionada.

Devo acrescentar que o meu amigo Galiano prontamente repôs a verdade, aliás outra coisa não seria de esperar deste cavalheiro.
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Por último, a informação de que esta carta foi escrita por João Mariano que, tal como eu, é sobrinho de Dante Mariano.

Exm.º Senhor Guilherme Galiano
Sou um ouvinte do seu programa, do qual muito admiro.
Serve esta carta para fazer o seguinte esclarecimento a propósito da morna "Xandinha":
a) o poema é de Dante Mariano (falecido em 05/02/2001), escritor com poemas publicados na Antologia de Poesia Africana "No Reino de Caliban"; b) música de Amândio Cabral; c) a morna foi publicada num single de nome "Mornas de Cabo Verde", Edições da Casa do Leão, S. Vicente, Cabo Verde, por volta do ano de 1961.
O autor do poema nunca é mencionado, excepto num concerto que o grande senhor das mornas e coladeiras, Bana, deu no Coliseu de Lisboa, há cerca de 5 anos.
O poeta deve ser conhecido
Um Abraço
João Mariano

HORRIPILANTE!!!!!

Mas afinal somos animais racionais ou irracionais?
Como é possível, nos dias de hoje, acontecerem coisas como esta que agora vos mostro neste link?
O Golfinho é O animal mais carinhoso mais querido da face da terra. Como pode haver gente com tanta falta de escrúpulos?
Vejam o que acontece neste vídeo que me chegou às mãos. Mas atenção, as imagens são chocantes e por isso não são recomendáveis a quem seja muito sensível.
Vejam e assinem a petição anexa.
Para ver o vídeo, clique AQUI.
Para assinar a petição, vá por AQUI.
Eu assinei. Com o número 65011.

E já agora, façam uma pesquisa no Google sobre este mamífero maravilhoso. Há muita coisa bonita para ver na Internet.


não é possível que voce suporte a barra
de olhar nos olhos de quem nunca lhe fêz mal(...)
- Roberto Carlos

SÓ PODE SER BRINCADEIRA...

Livro " Castigo Divino " da Igreja Universal do Reino de Deus (Edir Macedo).
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CARTILHA CONTRA A LIBERTINAGEM SEXUAL
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Posição Recomendada:

O homem e a mulher devem lavar suas partes com 1 litro de água corrente misturada com uma colher de vinagre e outra de sal grosso.
Após isso, a mulher deve abrir as pernas e esperar o membro enrijecido do seu parceiro para iniciar a penetração.
O homem após penetrar a mulher, não deve encostar seu peito nos seios dela, deve manter uma distância, pois a fêmea deve estar orando para que seu óvulo esteja sadio ao encontrar o e espermatozóide.
Depois do acto sexual, os dois devem rezar, pedindo perdão pelo prazer proibido do orgasmo.
Como penitência... O açoite com vara de bambu é aceite como forma de purificação.
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E como dizia no fim deste email que recebi: "SÓ POSSO CONCLUIR: VAMOS TODOS PARA O INFERNO!!!"
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E disse-me um amigo meu " ...e eu que pensava que ia para o céu..."

CLANDESTINO

Estava eu muito bem instalado num dos raros assentos onde os meus metro e vinte de perna cabiam à vontade no avião dos TACV quando senti uma coisa a coçar-me na canela esquerda por baixo das calças.

Coçou-me... Coçei-lhe, ora bem.
Segundos depois voltei a sentir a mesma coisa. Estranho, pensei eu. Voltei a coçar e estendi as pernas para debaixo do assento do aerogajo que se sentaria à minha frente quando levantássemos voo.
Não senti mais nada.
Mas quando o aerogajo sentou-se à minha frente, tive que recolher as pernas. E voltei a sentir "coçerinha". "Isto é bicho!", pensei eu.
Lá fiquei quietinho durante o processo de descolagem, fazendo figas canhota para que não fosse um "sampé" (centopeia) e lembrando-me de um banho fatídico numa casa-de-banho de uma casa onde morei na Achadinha que acabou comigo e mais três sampés no meu corpo.
Quando, após a descolagem, foi possível esticar de novo o pernil, assim fiz e deixei-me estar quietinho à espera que se apagassem as luzes do apertar cintos, para então ir ao WC travar conhecimento com o bicho.
Minutos depois, olhei casualmente para o chão e reparei num grilo que descia calmamente pelas minhas calças, meias e sapatos.
E lá seguiu viagem, o bicho, cabine a cima em direcção ao cockpit.
Por mera piada, chamei uma hospedeira e informei que havia um grilo clandestino a bordo.
"Grilo?" perguntou ela. À minha resposta afirmativa, ela indagou onde raio poderia ter entrado um bicho cujas características são essencialmente noctívagas.
Pensei com os meus botões: "Onde? Mas é claro que um colega noctívago reconhece à distância outro colega noctívago..."